Leio, pasmadinha de todo, uma notícia no Le Figaro que dá conta de uma tentativa de atentado terrorista em que os soldados de Maomé eram...dois cães.
A coisa, que se passou no Iraque, e foi mantida em segredo pelo exército norte americano, reza assim: os pobres animais, recheados de explosivos, deviam explodir em pleno voo. Só que morreram de hemorragias (por não terem sido em condições) e não chegaram a ser embarcados, gorando assim os objectivos dos terroristas.
A coisa, que se passou no Iraque, e foi mantida em segredo pelo exército norte americano, reza assim: os pobres animais, recheados de explosivos, deviam explodir em pleno voo. Só que morreram de hemorragias (por não terem sido em condições) e não chegaram a ser embarcados, gorando assim os objectivos dos terroristas.
Nem quero pensar na barbárie que antecedeu essa misericordiosa morte. Não quero mesmo. E contudo, não me sai a imagem dos dois cachorros a serem torturados desta maneira.
Não me vou alongar sobre o que penso de talibans e demais putrefacção humana deste planeta. Que se expludam todos, de preferência longe de quem não é maluquinho da cabeça. Vão lá ter com as virgens, que estão todas de perna traçada no Céu dos parvinhos, à espera de tão iluminados seres.
Não cair uma ogiva nuclear em cima desses #%"##"£@@£@ todos...