Por definição, um recomeço é sempre difícil. A máxima é válida para quase tudo. Recomeçar a estudar, quando se esteve muito tempo a matar neurónios com literatura de cordel; recomeçar um programa de exercício físico, depois deano e meio de ronha (e mais dois kgs no rabo); recomeçar a sorrir, depois de um desgosto... E depois há o recomeçar a escrever num blog, quando não o alimentamos durante meses porque se foi perdendo a vontade e por que se foram perdendo os principais intervenientes. Como se recomeça? Devagarinho, com a paciência de que precisa quem perdeu, em oito meses, três animais únicos, embora nem sempre pelas melhores razões, mas com quem se partilharam 14, 11 e 9 anos da vida, e que encheram páginas e páginas de postes deste blogue, agora desfalcado e à procura de rumo.
Pois cá estou eu a recomeçar, devagarinho, um mês e uma semana depois de ter perdido Sasha Margarida, a quem farei a devida homenagem quando tiver um texto digno, e quando conseguir pensar nela sem chorar. Sem pressas. Por ora fica só a intenção de recomeçar. Devagarinho. E porque também se comemoram coisas boas hoje, pareceu-me um bom dia para recomeçar e tentar repor alguma energia positiva nesta coisa lúgubre em que se tornou o tasco. A ver se consigo. A ver...
Pois cá estou eu a recomeçar, devagarinho, um mês e uma semana depois de ter perdido Sasha Margarida, a quem farei a devida homenagem quando tiver um texto digno, e quando conseguir pensar nela sem chorar. Sem pressas. Por ora fica só a intenção de recomeçar. Devagarinho. E porque também se comemoram coisas boas hoje, pareceu-me um bom dia para recomeçar e tentar repor alguma energia positiva nesta coisa lúgubre em que se tornou o tasco. A ver se consigo. A ver...