terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Isto ia dar um post sério...

... mas, quando ia começar a divagar, apareceu-me a Sasha Margarida, sedenta de atenção, e com um magnet que roubou do meu frigorífico na bocarra imensa, a desafiar-me. Passei, portanto, a última meia hora a tentar convencê-la a não o engolir. Logrei recuperar a minha sandalinha da ilha de Menorca, semi mastigada, e com três litros de baba...
Há algo de profundamente ridículo numa labrador de 38Kgs, aos saltos, com uma sandália magnetizada a sair-lhe da boca. Para não falar da gaja a correr, descalça e aos gritos, atrás dela.
E os gatos, claro, a gozar a cena!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Estou oficialmente 'estampilhada'!!!

O amigo Sérgio deixou-me aqui um berbicacho ao enviar-me este prémio... é que, de acordo com as regras que, parece, têm de se cumprir, vou ter de nomear mais sete blogues dignos desta distinção. Ora aqui é que começa o meu problema. Sendo novata nestas coisas, já reparei que a maior parte dos blogues que visito já receberam este prémio. Por isso, que me desculpem a repetição os felizes contemplados já distinguidos com este award. Pensem nisto como a honra suprema, portanto! (hoje estou para o narcisismo, peço desculpa!)
Abaixo transcrevo as regras, mas por mim, só passem se quiserem, não fico nada chateada se me quiserem mandar dar uma grande curva!

Regras:
1-Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons (entendem-se como bons os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários).
2 - O Blog que recebe o "Diz que até não é um mau blog" deve escrever um post:
Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog
Mostrando tag do prémio e as regras;
Indicando outros 7 blogs para receberem o prémio.
3 - Deve exibir (orgulhosamente!) a tag do prémio no seu blog.
And the winners are, por ordem aleatória, que por acaso até parece alfabética, mas enfim:
5) Jasmim ( bom, jasmim é a moçoila, o blogue chama-se 'Do Nascer ao Por do Sol')
Mas quero dizer que não acho nada bem serem só sete, porque há muitos mais bloggers que merecem referência, por isso, um beijinho especial para quem não está na lista , mas que faz parte das minhas visitas frequentes.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Trabalho de casa do curso de escrita criativa

Ainda não tinha escrito sobre o meu curso de escrita criativa, mas também não o vou fazer agora, porque não tenho tempo. Mas passei o trabalho de casa para aqui, e se tiverem a paciência de ler este texto e puderem dizer-me se se sentem transportados para uma festa de casamento mexicana, cuja descrição tem de usar todos os sentidos excepto o da visão, agradeço!
Só eu para me meter nestas coisas!!!
Festa de Casamento

O som dos petardos troava, deixando no ar um cheiro acre a pólvora antiga. Enquanto se dirigiam da acolhedora capela, com o seu odor a cera quente e a promessas de futuro risonho, para o recinto da festa, Pepe e Lupe, recém casados, eram bombardeados com pétalas de flores e alguns parcos grãos de arroz, que se alojavam na gola da camisa dele e no decote do vestido dela. De olhos fechados, Lupe sorria, agarrada ao marido, sentindo-lhe a mão forte a prender a sua, ligeiramente húmida de emoção. Tremia, apesar do sol abrasador, cujos raios verticais e impiedosos lhe massacravam os ombros nús. Tremia de impaciência. Desejava que a festa acabasse depressa, que os convivas esvaziassem as malgas de fajitas e os tachos de arroz de milho, que os cânticos se calassem e que as danças terminassem o rodopio dos corpos gordos e suados. Mas Pepe, alegre e falador, parecia tão feliz que ela, conformada, se rendeu à alegria contagiante que os esperava no recinto ao ar livre. Os gritos de ‘felicidades!’ enchiam o ar. Os silvos da carne a grelhar no carvão vivo misturavam-se com as ordens ásperas de Papacito, o pai da noiva. Era ele o encarregado da comida. Com mãos hábeis, trinchava grandes peças de carne suculenta, cujo sumo escorria sobre a bancada, e colocava-as delicadamente sobre a grelha. Juntava depois uns pimentos cor de sangue e outros cor de sol, uma mão cheia de sal e avivava o conjunto regando-o generosamente com a sua tequila caseira. Ao lado da grelha, num pote de terracota áspera, o famoso, e secreto, molho de seiva de cacto. Pastoso, encorpado, inebriante. O odor desmentia a simplicidade da confecção, e os convivas rodeavam Papacito, disfarçando a impaciência com cantigas de louvor aos noivos. A voz das concertinas já roucas misturava-se com o trinar das travessas, que as mulheres iam trazendo da cozinha e depositando em cima das mesas, num restolhar dos folhos dos vestidos tradicionais. Crianças rindo, tentando partir a pinhata presa à árvore seca. Vinho a escorrer da pipa rugosa para infindáveis brindes aos noivos. Rosnados e latidos dos cães, magros, disputando os ossos atirados para o chão. Tiros inebriados, disparados para o ar. E corpos a rodopiar, gordos e suados, esmagando o pó pegajoso do chão, tossindo, mais que cantando, caindo, mais que dançando…

Muitas horas depois do sol já ter descido, e do céu se ter coberto com o seu manto de estrelas, os convivas partem. Pepe beija Lupe na testa e, pegando-lhe na mão trémula, leva-a para a primeira noite do resto das suas vidas.
Está um dia pavoroso!!

Como é possível passar de um lindo dia de primavera, como o de ontem, para um dia cinzento, chuvoso e com um vento que não se aguenta?!

Este tempo deprime o mais corajoso...

Tenho andado mais arredia destas lides porque esta semana não foi das melhores. Tive uma cena macabra no escritório, com uma das miúdas a receber a notícia da morte do Pai, o que nos deixou, a todos, consternados. Logo mais vou para Lisboa, para o funeral. Também não ajuda ao meu estado de espírito. Já tive a minha dose de perdas, e passaria bem sem me aproximar de cemitérios. Enfim, isto é daqueles assuntos que dão para dissertar, mas fica para outro dia, se não se importarem.

Por isso, e como acredito que rir, ou pelo menos, esboçar um sorriso, é o melhor remédio, aqui vos deixo uma foto da minha última aula no ginásio. Isto é o ponto a que uma pessoa tem de chegar para poder combater a flacidez e tonificar o corpinho. A Leonor avisou logo: sem máscara, nada feito! E logo eu, que gosto tanto de carnaval! (pura ironia, claro está. Não suporto aqueles desfiles de Ovar e Loulé, e afins, com os cabeçudos, e meninas com rabos gigantescos a dandearem-se semi nuas. Que seca!!!). Mas pronto, como já tinha pago a mensalidade, mesmo, lá me vesti a preceito (com uns trapos que fui buscar ao baú da minha mãe) e aqui estou eu, algures nesta panóplia de lindas moçoilas. Aceitam-se palpites (sempre me quero rir um bocadinho) e estão excluidos deste concurso o meu querido Rafeiro Perfumado e sua linda Gatinha Verde, que obviamente têm o privilégio de privar com a minha pessoa há uns anitos...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Mais de 18 anos, mais de 30kgs e a respirar sem ventilador

Este é o critério que a maioria da corja predadora masculina (leitores masculinos, não se ofendam. Já...) interpreta como carta branca para o assédio a incautas transeuntes. Este é um assunto que já me aborrece há uns tempos e chegou a hora de denunciar ao mundo a minha absoluta insatisfação. Hoje, ao regressar de almoço, e ao passar por um grupo de bravos rapazes da construção civil, lá fui brincada com mais um piropo, de gosto duvidoso. Pois que não liguei, porque se fosse a partir a cara a cada rapaz da construção civil que me assobia ou tece comentários quando eu passo, não havia prédios novos na zona do Rato nos tempos mais próximos. Por isso, passei, altaneira, com o meu olhar de desdém profundo (que eles por acaso não viram porque eu estava com os meus óculos escuros). Mais à frente, passo por um tipo perfeitamente normal, basicamente insuspeito. Mas, qual não é o meu espanto ao ouvir da boca do sujeito, ao passar por mim, ‘ai Jesus!’. Ai Jesus??? Ai Jesus, digo eu, que estou farta de ter de levar com estes anormais que acham, por alguma razão misteriosa que ainda não consegui descortinar, que têm o direito, digo bem, o direito, de invadir o meu espaço visual e auditivo com expressões imbecis e rudes, só pelo facto de terem as hormonas aos saltos. Ou é isso, ou são absolutamente estúpidos (inclino-me mais para esta).
O pior é que este comportamento não é apanágio das classes menos instruídas (vulgos rapazes da construção civil e afins) (sou, sou snob, e depois?). Não. Cada vez mais vejo homens aparentemente mais selectos, bem vestidos e com ar mais ou menos distinto, deitar olhares libidinosos e descarados aos decotes das mocitas, no metro, e mesmo mandar a ocasional ‘boquinha parva’. Uma vez, na avenida da Liberdade, estava eu a entrar para o edifício do escritório, e vejo, pelo vidro da porta, três quadros médios/superiores, daqueles yuppies da gravatinha amarela (nada contra, é só uma constatação), placidamente postados atrás de mim, a olhar-me descaradamente para o rabo. Pararam no meio da rua, reparem bem. Para ver um par de pernas. Que mais básico há que isto???? Estúpidos, ainda por cima, porque vi-os perfeitamente pelo reflexo do vidro, o que me permitiu virar-me e perguntar calmamente se havia algum problema que gostassem de ver esclarecido. Deram à sola de imediato, como putos, e fiquei eu, a olhar para os rabitos deles (nada de jeito, by the way), que os pobres tinham enfiado entre as pernas. É que o homem que manda boquinhas parvas é, por norma, muito cobardolas. O que só me irrita ainda mais. Porque é tão fácil, não é, mandar a boca e fugir?... Porque é que não diz, olho no olho ‘és toda grossa, fazia-te isto e aquilo?’. Porque se calhar levava uma resposta do tipo ‘ e homem para isso’, ou a minha preferida ‘nem um homem, quanto mais tu’? Ou o estalo, directo? Claro que sim. O ‘homem bocas’ é um cobarde do catano. Dá-me um gozo brutal, quando posso, mas confesso que é raro, porque tenho medo de me descontrolar e partir para a violência, confrontar o ‘homem bocas’. Uma vez, andava eu a passear o meu Yurie Manuel (outro canito que está em casa da minha mãe), tive o infortúnio de cruzar um bando de bravos rapazes da construção civil.
Preparada para o embate, passei por eles, na minha. Sossegadita. Mas não estava preparada para o que me disse um deles, quando passei por ele. A minha religião impede-me de reproduzir as palavras exactas, mas envolvia lambisquice de uma parte da minha anatomia. Desculpem lá! Há limites. Há uma diferença entre o piropo parvo ‘o cãozinho tem número de telefone' e a ordinarice. E eu, com ordinarice, não pactuo. Puxo o Yurie atrás (como é um minorca, veio mais ou menos a voar), vou ter com o gajo e digo-lhe muito alto ‘ó palhaço, não tens mais nada para fazer, não?!!' Ok... confesso que poderia ter sido mais imaginativa, mas era um gajo das obras!!E um gajo das obras não vale o esforço literário. Surtiu efeito, porque o gajo percebeu a parte do 'palhaço' e levou um gozo dos amiguinhos, e o certo é que nunca mais se meteram comigo. Da segunda vez que passei, no regresso do passeio, já o olhei a direito, à Dirty Harry ‘ Come on, make my day’, como que a pedir uma desculpa para lhe ir à tromba, o que ele claramente percebeu, e já não abriu a boca!

Tudo isto para dizer que estou farta dos ‘homens bocas’. Não se aguenta, pá!!! Olhem, babem para dentro, sonhem comigo, se quiserem, mas não abram a boca quando eu passo. A gerência agradece!

(e não pensem os leitores masculinos que eu tenho 1,80, pernas como a Giselle Bunchen, ou copa 44F. Não. Só tenho mesmo mais de 18 anos, mais de 30Kgs e respiro sem ajuda. Pasmem perante a originalidade!)

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Cat Love





Antes que comece toda a gente a pensar que isto é uma produção hardcore para a playboy canina, deixem-me esclarecer. O Gato Gil, actor principal deste vídeo, foi adoptado pela Sasha Margarida -que poderão reconhecer como sendo o monte de pelo caramelo que ressona ao sol de verão) - com a tenra idade de mais ou menos um mês, que foi quando o apanhei da rua. E, como ele não tinha mummy, e como a Nádia sempre foi uma antipática de primeira, e não o deixava aproximar-se sequer, o pequeno Gato Gil foi-se afeiçoando à labrador monstruosa, mas simpática, que o lambia e o deixava dormir entre as patorras imensas, com mil cuidados para não o magoar.



As mentes mais perversas decerto não deixarão de mandar bocas foleiras, mas a verdade é que a Sasha empenhou-se no seu papel de mãe de tal modo que chegou a ter leite, para gaúdio do Gato Gil, que passou muito tempo a mamar na cadela. Por muito mal que isto possa soar, era uma ternura vê-lo, muito pequenino, na barriga da Sasha, agarrado a uma maminha e com as patinhas a fazer pressão, e a Sasha, muito quietinha, para não o perturbar. Tenho fotos que comprovam isto, e não raras vezes acordei de noite com o barulho característico da sucção. Só visto...



E, acreditem ou não, há ali um laço para sempre. O Gato Gil adora a Sasha Margarida, e a Sasha Margarida adora o Gato Gil. E é uma coisa só deles, mesmo, porque a Sasha, apesar de não ser agressiva com os outros dois, também não lhes liga nenhuma. Mas é só abrirmos a porta e entrarmos em casa que ela vai logo apanhar o Gato Gil pelo pescoço e dar-lhes beijinhos caninos. O que equivale a um banho de baba todos os dias. Maluca da cadela, que quase me afoga o gato!!!!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Muita tranquilidade... SCP 2 - FCP 0

Eu sabia que a minha conversa de pé de orelha com o Paulinho dava resultado! Nem parece segunda feira!! I'm so happy!!!
Todo o estádio a cantar, todo o estádio a cantar...

domingo, 27 de janeiro de 2008

Mais um cantinho na blogosfera

Malta,
Tenho uma revelação brutal a fazer: a pedidos de várias famílias (pelos menos dois bloggers) acabo de inaugurar aqui um novo espaço de divulgação artística. Espero que guardem este endereço cuidadosamente e até, que façam cópias dos post. Nunca se sabe se, qual Van Gogh, não valerei milhares de 'érios' um dias destes. Prometo, no entanto, não cortar nenhuma orelha, porque acho muito pouco fashion andar só com um brinco!
Vou actualizando o bicho, e, se não me esquecer, aviso quando houver novidades!

Sunday morning...

Esta é uma daquelas manhãs de domingo como eu gosto, solarengas e calmas. Já despachei tudo o que tinha de despachar, e tenho agora duas horas para fazer o que me apetecer.

Estava à espera que o pc não arrancasse, porque ontem o Gato Gil, em voo picado sobre a mesa, mandou-o ao chão. Pasmo que a coisa ainda funcione, mas parece que ainda não é desta que estrafego o malvado do gato!

Enquanto estou a escrever estas singelas palavras, vou degustando o meu chá de jasmim, ao som de 'Romanza' do extraordinário Andrea Bocceli, e deitando um olhinho pela janela para o mar lá ao fundo...Parece que me está a chamar... Apetecia-me pegar na Sasha e ir dar uma corrida na praia do Meco. Só nós duas, as gaivotas, o sol e o mar. E o vento, claro.
É uma sensação tão libertadora correr na praia...junto ao mar, não penso nas pessoas sem escrúpulos para quem trabalho, nem no desperdício completo das horas de inspiração que podia aplicar construtivamente. Junto ao mar, não penso na solidão que me assola por vezes. Junto ao mar não penso no amanhã. Nem no ontem. No que fiz, não fiz, farei ou não. Não penso no que não tenho. Junto ao mar, só o momento interessa. Cada pormenor exige a minha atenção completa. Cada onda que rebenta, cada concha que rebola empurrada pela força da água, cada nuance de cor proporciona-me um momento em suspenso e transporta-me para um semi limbo em que estou ali no meu casulo, só a gozar o momento. Passava horas a olhar para o mar...

Gosto de um mar revolto, mais que de um mar sereno, apesar de ter um medo profundo da sua força, e de imaginar mil cenários de desgraças quando estou num barco, ou mesmo à beira mar. Para mim o movimento é tudo. Gosto de contar as vagas, e dar-lhes personalidades. 'Aqui vem uma onda tímida', 'esta agora vai partir tudo'. Preciso, de tempos a tempos, de ir passear junto às ondas que rebentam com tanta força que não se ouve mais nada. Vou, muitas vezes, passear na praia quando está para chover. Gosto de ver as nuvens cerradas, o mar cinzento esverdeado, e a quietude implícita, como se estivesse tudo em suspenso, à espera da chuva libertadora...

Estou um bocadinho melodramática hoje... mas é verdade, acho que às vezes precisamos de uma purga. A minha é esta. Ir ver o mar...

Bom fim de semana

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Ultimato!!!
Ontem cheguei a casa, depois do massacre da ginástica, e encontrei os meus 'piquenos' reunidos em concílio.
'Ah e tal, tens muita piada, tens!' diz-me o Boris
'Então, o que é que se passa?', pergunto eu, alarmada com a pose provocadora/dominadora da bicharada revoltada.
'Epá, Safira, passa-se que estamos fartos! dizes que é o blogue dos gatinhos e mai não sei quê, e os meus gatos é que são o máximo e tal, e quando vamos a ver, pões vídeos de leões e ursos! Portantos, estamos oficialmente de trombas! E por isso, ou falas de nós no teu estúpido blogue, ou vais fazer festas ao cabide!'
E com estas majestosas palavras, o Gato Gil soprou e virou costas, com o Boris a saltitar atrás e a Nádia, pachá dissimulada, solidária com eles, mas só para que não a chateiem.
Ó meus queridos gatinhos, alegria da minha vida, desgraça dos meus sofás e da minha conta bancária, mas que ciumeira parva é esta?? Mas há dúvidas de que este blogue também é vosso? meninos maus, que não vêem que o ursinho estava sozinho e triste e precisava de muitas festinhas virtuais. Mas pronto, se é só por causa disso que me estão a fazer esta cena, pronto, rejubilem, que segue já um vídeo das vossas manifestações de carinho e da tranquilidade com que às vezes me brindam depois de um dia de trabalho.

Satisfeitos, gatinhos? Já se sentem de novo o Centro do Universo? Ainda bem. Acharam piadinha a mostrar o vosso poder, foi? Pois é... olhem, queridinhos, sabem a latinha de Sheeva que eu dou ao fds? Pois podem esquecê-la durante uns tempos! Para aprenderem a ser humildes e a não hostilizar os outros bichinhos indefesos que eu puser no MEU blogue!