Já avisei lá em casa que, a partir de hoje, não se fazem horas extra nem se faz por merecer prémios de produtividade. Eu não tenho esse problema, que prémios aqui, desde que mudou o patrão, também é coisa que não se tem visto, o que compreendo perfeitamente, que os barcos e os carros não se sustentam sozinhos, mas a cara metade ainda trabalha num sítio onde isso faz sentido para a motivação das tropas. Eu gostava de perguntar ao amigo PPC e ao séquito de abutres que traz com ele, se o melhor que conseguiram para aumentar a produtividade e a excelência laboral é dizer às pessoas que metade do que elas receberem a mais, via empenho e sacrifício de tempo livre, vai direitinho para as garras deles. Vocês, não sei, mas eu cá não tenho contrato assinado com o PSD. Temos uma peninha do catano!
Are you talking to me? 'Cause if you are, I really couldn't care less...
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Já não sei o que fazer com este governo
Fico feliz pelos funcionários públicos e pensionistas que recuperam um dos subsídios retirados este ano, palavra que fico. Mas preferia que isso acontecesse sem me virem roubar a mim, muito obrigadinha. Sinto-me assim a Madre Teresa da Ibéria Sul à força.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Place du Trocadéro
Quando vi o desafio proposto pelo Carlos Barbosa de Oliveira no crónicas on the rocks, esta foi a praça em que imediatamente pensei. As razões já foram avançadas no post do Carlos, mas recordo-as e aproveito para preencher os espaços deixados em branco para não 'dar o ouro ao bandido': "A razão pela qual este lugar me diz tanto é simples: era por aí que passavam os passeios de fim de semana com o meu pai, desde que me lembro. Saíamos de casa, passávamos por baixo da Tour Eiffel, atravessávamos o Sena e subíamos o Trocadéro. Ocasionalmente, tinha direito a uma viagem no carrocel que se vê à esquerda ou a um gelado de uma das barraquinhas que havia por ali. Bons tempos. Boas memórias".
A prova, em imagem: a mais pura felicidade, nesta foto tirada pelo meu pai, no Trocadéro, numa manhã de domingo da primavera de 78 ou 79. Que saudades tenho! Do meu Pai. De Paris. Dos passeios com o meu Pai, em Paris. Deste pequeno périplo frequente Champs de Mars-Tour Eiffel-Trocadéro.
Tal como disse, bons tempos.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
E já que falo em sonhos maus...
Ó Sá Pinto, atão pá????!! Que é esta merda??? Também andam a dormir, é?
Mau demais para ser verdade
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Dolce far niente
É só para dizer que após duas semanas de férias interrompidas por dois diazitos de intervalo no escritório, assim só para não parecer muito mal, vou de férias outra vez. Três semanas e meia no total. Um record pessoal. Don't hate me, tá?
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Comunicado
Só para avisar que a dona vai de férias, tá?
Por estes dias podeis esperar postes estilo 'mete nojo', com fotos da praia, da cervejola gelada à beira da piscina do tanque, e das aves todas que a dona vai poder observar porque não vai estar doze horas fora de casa. A dona manda dizer que está que não pode de contentamento.
(Pronto, dona, já disse tudo. Dás-me o biscoito ou quê???)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Duro golpe
Acabo de descobrir que, em média, tenho menos 29.990 visitas diárias do que a Pipoca mais Doce. E
agora? Como vou conseguir dormir esta noite??
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Sonhos perdidos
Lembram-se desta canção? Eu tinha na altura onze anos e já acalentava o grande sonho de vir a ser uma cantora famosa. Já me tinha passado a fase do canto lírico porque, embora não o dissesse em voz alta, e investisse algum tempo a fazer Ohohohoos e Ahahaaahhhhs, e a intercalar os dois, sabia que o auditório só não me atirava tomates porque os tempos já eram de crise, e porque não fica bem maltratar crianças nem dar-lhes cabo dos sonhos. Mas pronto, a coisa não era famosa. Sabiamente, fui adaptando o meu sonho à medida daquilo que conseguia efectivamente cantar. Depois de anos a cantar e idolatrar Marie Myriam, e já depois de dizer adeus à minha querida Paris, decidi que ia ser eu a ganhar um festival da Eurovisão para Portugal. Imaginava-me a ser recebida em apoteose no aeroporto, e a fazer as capas da TV Guia ( que eu nunca fui muito da Nova Gente). Este sonho renovado intensificou-se depois desta canção de Corrine Hermès, que cantei até à exaustão no recreio da escola e até mesmo na aula, em frente à turma, quando as férias escolares estavam à porta e os professores faziam aulas mais ou menos livres, onde cada aluno ia ao quadro fazer qualquer coisa. Uma imitação, cantar uma canção, contar uma anedota. Eu era presença recorrente para cantar e imitar animais. Era uma rapariga popular, na altura. Nem sempre desinteressadamente, que toda a gente gostava que eu ajudasse nos pontos e emprestasse os meus Caran D'Ache, mas isso são águas passadas. Criativa, ingénua e cheia de sonhos tontos. Mas era feliz, especialmente porque ainda não tinha a percepção de que esse sonho iria fazer companhia ao sonho de ser veterinária, a próxima Brooke Shields, a namorada do Jon Bon Jovi ou vir a ter um cavalo palomino. Não necessariamente por esta ordem. Estes, e outros, estão agora muito arquivadinhos na gaveta dos sonhos um-dia-possíveis-mas-lets-face-it-altamente-improváveis-e-alguns-absolutamente-parvos. E ainda bem. Gosto da minha vida actual. O cavalo ainda me custa, mas, quanto ao resto, estou resolvida. A Brooke Shields nunca foi grande actriz e engordou como o cacete. Deixem lá 'tar, obrigadinha. O Jon Bon Jovi não envelheceu lá grande coisa. E quem quer ser veterinária e salvar bichinhos, quando pode mofar oito horas por dia num escritório a encher os bolsos a terceiros e amigos que depois até chegam a ministros. What can I say... I LOVE MY JOB!
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