Are you talking to me? 'Cause if you are, I really couldn't care less...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Don't quit your day job
terça-feira, 19 de julho de 2011
Será geneticamente herdado?
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Do bonito que é ser bonzinho para os mais carenciados com o dinheiro dos outros
E a seguir? Um imposto para constituir um fundo especial para habitação gratuita para as minorias carenciadas? Tenho de levar os cidadãos da etnia com estatuto especial e dia nacional para casa e dar-lhes comida também?
Não é falta de solidariedade, é mesmo falta de paciência para as soluções fáceis de quem não tem agora, - e de quem não teve no passado - coragem de ir à fonte do problema.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um milhão de euros
Tive oportunidade de perceber, durante o primeiro semestre do curso de Estudos Artísticos, o porquê do estado miserável a que chegou a Arte, o porquê de um bocado de ferro torcido ou um esborratado digno de uma criança no jardim infantil ser considerado uma obra de arte. Há critérios definidos? Claro que não. Graças à evolução das teorias sobre a Arte e da falta de consenso delas resultantes, convencionou-se em meados do séc. XX, que o melhor é deixar isso a cargo de quem “percebe” do assunto. Ou seja, temos um bando de pseudo-intelectualóides a definir o que é Arte, e o que não é. Porque lhes apetece! Desde que tenham um grau académico, ou estejam no métier, o que eles dizem, vale. Bem... que bom trabalho estão a fazer! E por causa deles, alguém, na sala de leilão, ou ao telefone, vai gastar 800 mil euros para ter esta coisa horrível pendurada em casa, não porque gosta do quadro, mas porque alguém disse que é chic ter um Paula Rego (why, oh God, why?) e porque, por alguma estranha razão, alguém acredita nos pseudo-intelectualóides do mundo da Arte. Farta que estou desses gajos sem gosto, com os seus conceptualismos e vanguardismos e coisas bizarras só porque sim! Vão aprender a desenhar, mas é!
Muito a favor da evolução e do progresso, mas tenho cá para mim que a Arte pressupõe, sempre, algum tipo de talento, alguma predisposição natural para a criação de coisas belas, que a maior parte dos mortais não consegue fazer. Eu cá tenho saudades da quase “divindade” da Arte. Serei bota de elástico, mas a mim não me vendem que uma tela em branco, exposta numa galeria, é uma obra de Arte. Para isso vou ao chinês da rotunda e vejo telas em branco de borla, quantas vezes quiser. Quero lá saber do conceito por detrás da ausência de imagem! Quero lá saber da mensagem! Quero é ser visualmente agradada, quero sentir emoção ao olhar para um quadro, quero ter inveja do dom de quem fez isto ou aquilo. Que inveja posso eu sentir de quem faz coisas sem interesse nenhum? Para além da estupidez de dinheiro que ganha com isso, claro...
Hum... pois...
DAMN IT!
terça-feira, 21 de junho de 2011
a propósito da saída de Villas Boas do FCP (à falta de notícias mais interessantes)

‘Então o Villas Boas vai para o Chelsea à má fila? Se eu soubesse não tinha assinado pelo Sporting e ia pedir ao Padrinho o lugar. Já viste, esposa, podias voltar a fazer compras no Via Catarina e ir ao mercado do “Bulhon” e beber o cimbalino no Majestic...’
‘Ó Domingos...Paciência...’
terça-feira, 14 de junho de 2011
Start anew
Pois cá estou eu a recomeçar, devagarinho, um mês e uma semana depois de ter perdido Sasha Margarida, a quem farei a devida homenagem quando tiver um texto digno, e quando conseguir pensar nela sem chorar. Sem pressas. Por ora fica só a intenção de recomeçar. Devagarinho. E porque também se comemoram coisas boas hoje, pareceu-me um bom dia para recomeçar e tentar repor alguma energia positiva nesta coisa lúgubre em que se tornou o tasco. A ver se consigo. A ver...
domingo, 20 de março de 2011
Bike tour
sábado, 5 de março de 2011
É lixado...
O que vale é que, como diz alguém que eu conheço, há muitas maneiras de esfolar um coelho. Que é como quem diz 'It ain't over 'till the fat lady sings'.
O que basicamente significa: pinguim hoje, urso polar amanhã...
Somos pacientes...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Do flagelo que é o atendimento nos tempos que correm
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Natureza mais ou menos morta
...Este é o meu repolho, o sobrevivente dos três que plantei convicta de que eram couves portuguesas. Pelo menos foi o que eu pedi na cooperativa. O que me leva a concluir que o moço que me atendeu percebia tanto de couves como eu. Quer dizer, não temos todos de dominar a arte de reconhecer pés de repolho, mas espera-se que quem os vende saiba o que está a colocar no saco. Temo que seja um déficit profissional do sector: a outra palerma do centro de jardinagem sabia distinguir entre alface frisada e alface roxa, só não sabia contar, e vim para casa com meia dúzia uma unidade mais curta...
Anyway...
Repolho pousa aqui numa Cezannica composição ao lado de Maçã Gala e Pera Rocha, com a participação especial de Laranja espanhola e Kiwi neozelandês. Abacaxi das ilhas, mais tímido, não se prestou à foto de corpo inteiro por não ter ainda iniciado o seu programa de fitness de verão. É ele e eu...
Na foto abaixo podemos ver a razão pela qual só um repolho sobreviveu:
Meet Slimy...
As lesmas e os caracóis sabem ser criaturas verdadeiramente antipáticas. Dissimuladitas, parece que não partem um prato...e zuca, alimpam-me com dois repolhos sem eu dar conta. Uma verdadeira praga. É tudo o que tenho para dizer.
