terça-feira, 28 de junho de 2011

Um milhão de euros


Ou quase. É o que a Christie’s prevê arrecadar no leilão desta obra de Paula Rego. Dirão muitos “que bom, que maravilhoso é ver este nosso país prestigiado com mais um filho da terra a ter sucesso no estrangeiro”. Outros, menos preocupados com reconhecimento além fronteiras de malta que até faz questão de viver além fronteiras e vem cá volta e meia comer sardinhas e beber vinho do Porto e diz que é português porque dá um toque exótico à coisa, são capazes de achar tudo isto uma parolice. I know I do, que não suporto a pintura desta senhora que acho vulgar, na forma e no conteúdo. Mais do que não me dizer nada, choca-me de feios que são os motivos, as figuras, as cores e as mensagens subliminares, na certa inacessíveis a uma amadora de pintura que ainda delira com paisagens impressionistas de há 200 anos. Mas isto é beside the point, o que importa é perceber que delírios grassam no mundo da Arte por estes dias, e quem é que anda a pagar a gente débil mental para nos dizer o que vale ou não vale como obra de arte.

Tive oportunidade de perceber, durante o primeiro semestre do curso de Estudos Artísticos, o porquê do estado miserável a que chegou a Arte, o porquê de um bocado de ferro torcido ou um esborratado digno de uma criança no jardim infantil ser considerado uma obra de arte. Há critérios definidos? Claro que não. Graças à evolução das teorias sobre a Arte e da falta de consenso delas resultantes, convencionou-se em meados do séc. XX, que o melhor é deixar isso a cargo de quem “percebe” do assunto. Ou seja, temos um bando de pseudo-intelectualóides a definir o que é Arte, e o que não é. Porque lhes apetece! Desde que tenham um grau académico, ou estejam no métier, o que eles dizem, vale. Bem... que bom trabalho estão a fazer! E por causa deles, alguém, na sala de leilão, ou ao telefone, vai gastar 800 mil euros para ter esta coisa horrível pendurada em casa, não porque gosta do quadro, mas porque alguém disse que é chic ter um Paula Rego (why, oh God, why?) e porque, por alguma estranha razão, alguém acredita nos pseudo-intelectualóides do mundo da Arte. Farta que estou desses gajos sem gosto, com os seus conceptualismos e vanguardismos e coisas bizarras só porque sim! Vão aprender a desenhar, mas é!
Muito a favor da evolução e do progresso, mas tenho cá para mim que a Arte pressupõe, sempre, algum tipo de talento, alguma predisposição natural para a criação de coisas belas, que a maior parte dos mortais não consegue fazer. Eu cá tenho saudades da quase “divindade” da Arte. Serei bota de elástico, mas a mim não me vendem que uma tela em branco, exposta numa galeria, é uma obra de Arte. Para isso vou ao chinês da rotunda e vejo telas em branco de borla, quantas vezes quiser. Quero lá saber do conceito por detrás da ausência de imagem! Quero lá saber da mensagem! Quero é ser visualmente agradada, quero sentir emoção ao olhar para um quadro, quero ter inveja do dom de quem fez isto ou aquilo. Que inveja posso eu sentir de quem faz coisas sem interesse nenhum? Para além da estupidez de dinheiro que ganha com isso, claro...
Hum... pois...
DAMN IT!

terça-feira, 21 de junho de 2011

a propósito da saída de Villas Boas do FCP (à falta de notícias mais interessantes)



Conversa do treinador do Sporting para a mulher:

‘Então o Villas Boas vai para o Chelsea à má fila? Se eu soubesse não tinha assinado pelo Sporting e ia pedir ao Padrinho o lugar. Já viste, esposa, podias voltar a fazer compras no Via Catarina e ir ao mercado do “Bulhon” e beber o cimbalino no Majestic...’

‘Ó Domingos...Paciência...’

terça-feira, 14 de junho de 2011

Start anew


Por definição, um recomeço é sempre difícil. A máxima é válida para quase tudo. Recomeçar a estudar, quando se esteve muito tempo a matar neurónios com literatura de cordel; recomeçar um programa de exercício físico, depois deano e meio de ronha (e mais dois kgs no rabo); recomeçar a sorrir, depois de um desgosto... E depois há o recomeçar a escrever num blog, quando não o alimentamos durante meses porque se foi perdendo a vontade e por que se foram perdendo os principais intervenientes. Como se recomeça? Devagarinho, com a paciência de que precisa quem perdeu, em oito meses, três animais únicos, embora nem sempre pelas melhores razões, mas com quem se partilharam 14, 11 e 9 anos da vida, e que encheram páginas e páginas de postes deste blogue, agora desfalcado e à procura de rumo.

Pois cá estou eu a recomeçar, devagarinho, um mês e uma semana depois de ter perdido Sasha Margarida, a quem farei a devida homenagem quando tiver um texto digno, e quando conseguir pensar nela sem chorar. Sem pressas. Por ora fica só a intenção de recomeçar. Devagarinho. E porque também se comemoram coisas boas hoje, pareceu-me um bom dia para recomeçar e tentar repor alguma energia positiva nesta coisa lúgubre em que se tornou o tasco. A ver se consigo. A ver...

domingo, 20 de março de 2011

Bike tour

Visto que Sasha e Nero não se compadecem do facto de seus massacrados donos labutarem de segunda a sexta, do nascer ao por do sol, nem compreendem o alcance da palavra 'fim-de-semana', e insistem em fazer palhaçadas às sete da manhã para que os levemos à rua, o que acaba sempre por acontecer porque não se atura aquele cão do demo a dar focinhadas e a babar-nos a cara, a malta levanta-se sempre cedo. E, depois dos cães tratados, fica-se com uma manhã imensa pela frente.
A de hoje foi dedicada à exploração de trilhos no cabo Espichel e arredores, em bicicleta. Equipada a rigor, com o capacete amarelo e preto muito pouco fashion que as regras de segurança me obrigam a usar, lá fui, qual Lance Armstrong de trazer por casa. O percurso pela estrada fez-se bem, não obstante a persistente estupidez dos condutores de automóveis que, vamos dizê-lo, são umas bestas sem consideração. (Amigos, se não podem ultrapassar, esperam. Não adianta buzinar, ninguém se vai mandar para a berma por vossa causa, deal with it. Já muito trabalho nos dá equilibrar o nosso abastado posterior naquele micro selim, não precisamos de pressão adicional, muito obrigada!).
Há muito tempo, se é que não foi a primeira vez, que não pedalava em trilhos. Não é, claro, confortável, mas vale pela ausência de carros, pela tranquilidade e pela beleza das paisagens que se vão descobrindo. Vale pelo encontro com outros determinados ciclistas, que nos cumprimentam com sonoros 'bom dia', aos quais respondemos com igual entusiasmo, enquanto tentamos evitar mais um pedregulho ou uma poça de lama. Vale pelos voos repentinos da passarada que surpreendemos nos campos, e pela brisa que o vento nos cola ao rosto. Vale pela figura ridícula que fazemos a assobiar o mítico tema do Verão Azul até que uma subida mais acentuada nos faça ficar sem pio. Vale pela sensação de orgulho ciclístico, ainda que outras pessoas nos digam laconicamente que há espaço para progresso. Só porque uma pessoa confunde o travão da frente com o de trás. Preciosismos....
Não sei é se os meus glúteos e afins também gostaram destes 40 km mas amanhã já vos digo mais qualquer coisa...

sábado, 5 de março de 2011

É lixado...

...quando nos estamos a divertir e aparece um anormal para dar cabo da festa.
O que vale é que, como diz alguém que eu conheço, há muitas maneiras de esfolar um coelho. Que é como quem diz 'It ain't over 'till the fat lady sings'.
O que basicamente significa: pinguim hoje, urso polar amanhã...

Somos pacientes...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Do flagelo que é o atendimento nos tempos que correm

Tenho para mim que as livrarias deviam adoptar uma nova forma de estar no mercado e partir para um conceito mais automático. Tipo self service, mesmo. Só para evitar que as pessoas sejam atendidas por mentecaptos.
Encomendei um livro na Almedina do Atrium Saldanha. Isto porque me disseram que o tinham em stock. O que omitiram é que o tinham em mau estado. Quando a jovem grunge/gótica aparece com o título, depois de perguntar três vezes o meu nome e se tinha encomendado por mail ou por telefone, como se isso fosse uma coisa extremamente relevante, vejo que o livro tem um dos cantos vincado e três marcas profundas na capa. Torço o nariz, mas vá, o que me interessa é o que está lá dentro e o estúpido título estava esgotado na Bertrand, o que nunca é bom sinal, e eu precisava mesmo dele. Resolvo-me a levar o livro, mesmo esteticamente estropiado, e vou à minha vida.
Quis o destino que fizesse uma paragem ainda no centro comercial e, num compasso de espera, abri o livro para dar uma vista de olhos. O primeiro scritch deixou-me logo preocupada. Mais umas páginas viradas e novo scritch...'Mau, pensei eu, este livro não chega a velho'. Abri nas páginas centrais... e claro, desconjunta-se-me tudo nas mãos. Oh joy!
Volto à loja. A miss strange olha para mim bovinamente quando eu lhe mostro o cadáver do livro, todo ele folhas e capa soltas, e lhe peço, com civilidade, porém com visível ironia, se por acaso não teria um exemplar que não se estivesse a desintegrar. Ai mas que chatice, que frete tão grande para a senhora, que teve de ligar para um tal de Gonçalo, que lhe disse que não, que não tinha. E, oh que maçada, as outras lojas já tinham fechado (às sete da tarde...) e não me conseguia confirmar se havia mais, mas de qualquer forma, 'mesmo que trocasse o livro, ia ter o mesmo problema porque a culpa era da cola usada pela editora'. E eu, já a contar de dez em dez para não lhe partir a cara, perguntei-lhe 'e então o que sugere para resolver a questão?'. Que não pode fazer nada, só trocar por outro livro, porque não devolvem o dinheiro. Explico-lhe com toda a calma que eu não quero a devolução do dinheiro, porque se fiz uma encomenda é porque preciso do livro. Daquele livro. Não de outro livro. Mas que, já agora, queria que alguém se responsabilizasse por vender um produto visivelmente defeituoso. Diz-me a tontinha que me mostrou o livro, e que eu podia ter visto antes de comprar. Não sei se mais alguém concorda comigo, mas eu sempre parti do princípio que uma livraria que se preze vende livros em bom estado e que o incauto comprador o compra de boa fé e não está a inspeccionar as costuras ou as colagens. Mas ali parece que não. Portanto, aproximei-me da mocinha e disse-lhe, com bons modos 'fazemos assim: eu levo o livro comigo, que já o paguei, e deixo uma reclamação e os senhores quando puderem tentam ver se outras lojas têm o título e trocam-me por um exemplar em condições'. A mulher ia-me comendo! 'Mas vai fazer uma reclamação porquê?????' (hello!!!!!'assim de repente, deixe cá ver...porque este livro não está em condições!?') e a moça continou 'mas vai fazer uma reclamação da livraria para um problema que é da editora????' (hello!!! Quem é que me vendeu o mono?). Olhei para ela, já bastante irritada, e disse-lhe ' Ouça (fujam se eu algum dia começar uma frase por 'ouça'), eu encomendei um livro que os senhores disseram que estava disponível para venda. Não disseram 'está disponível, mas a capa está em mau estado'. Não. Não disseram nada. Eu vi uma capa defeituosa. De onde eu venho, este livro está defeituoso. E, se eu fosse dona desta livraria nunca venderia um livro nestas condições. Contudo, estava na disposição de passar por cima do aspecto, mas o mínimo, o MÍNIMO, é que o consiga ler sem perder folhas no processo. E isso não é culpa da editora, é culpa do representante da editora perante o consumidor, que na circunstâncias são vocês. Por isso, sim, vou fazer uma reclamação!'. E fiz, quase dez minutos depois, quando a débil mental voltou com o livro, e me anunciou 'ah, entretanto falei com a gerente e excepcionalmente podemos devolver o dinheiro'. É curioso como os procedimentos mudam quando se acena com uma reclamação. Pois temos pena, que eu, excepcionalmente, até estava com tempo para preencher o papelinho. Agradeci muito à menina, e expliquei-lhe, pela terceira vez, que não estava em causa o dinheiro nem a devolução, que eu queria o livro, simplesmente queria um exemplar em condições, e como não me davam solução, era mesmo a reclamação que eu queria fazer.
Cheguei a sentir-me culpada, perante o ar chocado da moça, quase a achar que devia ser a única ave rara que alguma vez fez uma reclamação da loja. Mas foi só até ter de folhear dois terços do livro até achar uma página vaga. Agora já começo a achar que fui branda demais...
Cereja no bolo: entrego o livro, a moça destaca a folhica e devolve-me, obrigadinha e até sempre (tipo, não voltes cá que me dás muito trabalho). Eu olho para o que ela me devolveu e constato que tenho o original e a cópia. Olho para ela, e devolvo-lhe o original. Ela diz 'ah, não, nós só ficamos com o triplicado'. Eu olho para ela novamente. Ela chama o colega, porque bom, é de facto difícil ler um formulário. O colega confirma que só ficam com o triplicado. Eu digo 'oouuça: eu fico com o duplicado. Os senhores ficam com o triplicado para vocês e com o original para enviar para a inspecção das actividades económicas'. Ele diz 'não, não, a senhora é que tem de enviar'. Eu começo a ler em voz alta o que está escrito em letras garrafais no papel da reclamação: 'este original deve ser remetido pelo prestador de serviço...bla bla bla... não sei, assim de repente parece-me que os prestadores do serviço são os senhores, por isso o original é para vós! O moço capitula. 'Ah, pois é. É que aqui no livro só estão os triplicados (no shit!!!). Se calhar os originais já foram enviados, por isso é que não estão aqui'. É amigo, tu também tiraste folga no dia em que Deus distribuiu a inteligência e ficamos já por aqui...
Em suma, mal posso esperar pelo final da semana quando lá for levantar outro livro, que não estava em stock. Se eu podia anular a encomenda? Podia, mas já agora, levam comigo outra vez!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Natureza mais ou menos morta

Tenho andado a modos que fora de circulação em virtude da minha vida académica me ter consumido a molécula até ao passado dia 17. Mas...acabaram-se os exames!!! Em contrapartida começou hoje o segundo semestre. Ou seja, vai começar tudo de novo. Ihá! Que rica ideia que eu tive, como se não tivesse já sarna suficiente para me coçar.
Mas, enquanto os colegas têm dúvidas existenciais idiotas e entopem os fóruns com perguntas cretinas ou pensamentos cuja pertinência anda na vizinhança dos de uma lagarta da couve, ainda vai dando para fazer umas incursões no baú fotográfico e mostrar que, apesar de já não falar nisso há imenso tempo, a minha hortofloricultura continua de vento em popa e recomenda-se!
Bem, e já que falamos em lagartas da couve...


...Este é o meu repolho, o sobrevivente dos três que plantei convicta de que eram couves portuguesas. Pelo menos foi o que eu pedi na cooperativa. O que me leva a concluir que o moço que me atendeu percebia tanto de couves como eu. Quer dizer, não temos todos de dominar a arte de reconhecer pés de repolho, mas espera-se que quem os vende saiba o que está a colocar no saco. Temo que seja um déficit profissional do sector: a outra palerma do centro de jardinagem sabia distinguir entre alface frisada e alface roxa, só não sabia contar, e vim para casa com meia dúzia uma unidade mais curta...

Anyway...

Repolho pousa aqui numa Cezannica composição ao lado de Maçã Gala e Pera Rocha, com a participação especial de Laranja espanhola e Kiwi neozelandês. Abacaxi das ilhas, mais tímido, não se prestou à foto de corpo inteiro por não ter ainda iniciado o seu programa de fitness de verão. É ele e eu...

Na foto abaixo podemos ver a razão pela qual só um repolho sobreviveu:


Meet Slimy...

As lesmas e os caracóis sabem ser criaturas verdadeiramente antipáticas. Dissimuladitas, parece que não partem um prato...e zuca, alimpam-me com dois repolhos sem eu dar conta. Uma verdadeira praga. É tudo o que tenho para dizer.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Deus existe...e é sportinguista!

Não só nos livrou do Costinha como o outro também desistiu da candidatura.
A ambos dedico este grande clássico...


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

em tempos de guerra...

A todos quantos, como eu, têm o privilégio de possuir, no seu local de trabalho, um rato sem fios e têm brio em poupar dinheiro à entidade patronal - ainda que não ganhem nada com isso, antes pelo contrário, e tenham de assistir a esbanjamentos vários com coisas que não interessam a ninguém e que não posso aqui referir de momento, deixo aqui uma informação pertinente:
  • Quando se vos finar o rato, e ficardes a gesticular no éter sem que o estúpido cursor se mexa, e começardes a maldizer a vossa existência por terdes de percorrer 100 metros de corredor para ir buscar pilhas novas, não desespereis: Se colocardes ADN líquido (o belo do cuspinho, pronto) na parte + da pilha moribunda, a dita pilha revive durante mais uns tempos. Digo-vos eu, que ando a lambiscar as pilhas do rato desde as 11:30, hora do primeiro fanico de finados, que o bicho ainda mexe e que ainda as não troquei.
Esta pertinente informação, que partilhei com os coleguinhas ao almoço, foi recebida na copa com intensa risota, vá-se-lá saber porquê. Devem ter ratos dos antigos...pffffff...Pindéricos!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Greve do Metro: Gosto!


Poderia pensar-se que fico muito chateada com esta história da greve do Metro. Não fico. Até gosto. Dá-me oportunidade para apreciar a cidade quando ela está a acordar e não anda quase ninguém nas ruas. É certo que saí de casa ainda de noite, e que levei meia hora a pé até chegar à paragem da Vimeca, mas há que ver sempre o lado positivo das coisas: o meu rabo, precisado que está, agradece o exercício. E é sempre agradável ver os melros (não sei o que comem os melros em Lisboa, mas parecem todos um pacote de leite fora de prazo de gordos que estão), os pardais e demais bicheza alada (a que eu não reconheço porque ainda não recebi o meu livro sobre ornitologia que ando a pedir há que tempos...) a aproveitar os primeiros raios de sol para se espojarem na relva.
Quase me apetece telefonar para o Metro e dizer que há uma bomba na linha azul, só para poder ir a pé para o comboio de novo. Mas não posso, que tenho de ir fazer o jantar e ainda reler o meu rico Gombrich para tentar decorar o Gótico Flamejante e o Barroco . Ah, a gloriosa vida de uma dona de casa assalariada e suburbana armada em estudante de artes.


( e se eu fosse uma rapariga esperta trazia o cabo para descarregar as fotos juntamente com a máquina e escusava de andar a catar fotos alheias na net...a ver se penso nisso em breve)