Are you talking to me? 'Cause if you are, I really couldn't care less...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Do flagelo que é o atendimento nos tempos que correm
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Natureza mais ou menos morta
...Este é o meu repolho, o sobrevivente dos três que plantei convicta de que eram couves portuguesas. Pelo menos foi o que eu pedi na cooperativa. O que me leva a concluir que o moço que me atendeu percebia tanto de couves como eu. Quer dizer, não temos todos de dominar a arte de reconhecer pés de repolho, mas espera-se que quem os vende saiba o que está a colocar no saco. Temo que seja um déficit profissional do sector: a outra palerma do centro de jardinagem sabia distinguir entre alface frisada e alface roxa, só não sabia contar, e vim para casa com meia dúzia uma unidade mais curta...
Anyway...
Repolho pousa aqui numa Cezannica composição ao lado de Maçã Gala e Pera Rocha, com a participação especial de Laranja espanhola e Kiwi neozelandês. Abacaxi das ilhas, mais tímido, não se prestou à foto de corpo inteiro por não ter ainda iniciado o seu programa de fitness de verão. É ele e eu...
Na foto abaixo podemos ver a razão pela qual só um repolho sobreviveu:
Meet Slimy...
As lesmas e os caracóis sabem ser criaturas verdadeiramente antipáticas. Dissimuladitas, parece que não partem um prato...e zuca, alimpam-me com dois repolhos sem eu dar conta. Uma verdadeira praga. É tudo o que tenho para dizer.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Deus existe...e é sportinguista!
A ambos dedico este grande clássico...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
em tempos de guerra...
- Quando se vos finar o rato, e ficardes a gesticular no éter sem que o estúpido cursor se mexa, e começardes a maldizer a vossa existência por terdes de percorrer 100 metros de corredor para ir buscar pilhas novas, não desespereis: Se colocardes ADN líquido (o belo do cuspinho, pronto) na parte + da pilha moribunda, a dita pilha revive durante mais uns tempos. Digo-vos eu, que ando a lambiscar as pilhas do rato desde as 11:30, hora do primeiro fanico de finados, que o bicho ainda mexe e que ainda as não troquei.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Greve do Metro: Gosto!

( e se eu fosse uma rapariga esperta trazia o cabo para descarregar as fotos juntamente com a máquina e escusava de andar a catar fotos alheias na net...a ver se penso nisso em breve)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
mais valia ter trigémeos!
Tão bom que isto é às seis da manhã...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Tenho falhado muitos filmes ultimamente, e apesar de os poder ver no MEO por 3,50€, o que é significativamente menos do que os 6€ que me pediram num cinema da periferia, onde a imbecil da bilheteira, tendo uma sala vazia, nos sentou quase ao colo de outro casal (facto que constatámos com incomensurável alegria e que ignoramos no segundo a seguir. Era o que mais me faltava!), a verdade é que não é a mesma coisa. E claro, há todo o ritual das pipocas que se perde (eu era contra mas já não sou que me sabem pela vida. Além de que é horrível estar a ouvir o chrunch crunch ao lado e estarmos nós à míngua e não me apanham desprevenida outra vez!), porque digam o que disserem as pipocas de microondas não são iguais!
Isto tudo para dizer o quê?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Crónica musical
Obviamente que Don McLean se referia ao dia da morte de Richie Valens e de Buddy Holly, e, sei que devia ter muito respeitinho com as analogias que faço, mas é o que é, e é mesmo assim. A música morreu naquele dia. O futebol morreu para mim hoje.
Era só isto.
As próximas crónicas desportivas tratarão exclusivamente de ski de fundo ou do campeonato de badmington da coreia do sul. De futebol, em Portugal, não falo mais.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Bettencourt volta que estás perdoado e beijo-te os pés para toda a eternidade mesmo que tenhas pé de atleta
Em reacção à capa do jornal 'A Bola' deste domingo e a mais umas entrevistas na TV, que felizmente não vi, a bem da minha saúde mental e do que à mão tivesse na altura.segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Da náusea

É pena que eu não possa escrever tudo o que me apetece aqui porque assim de repente fico a saber de coisas, que não posso contar aqui, e que ficam só tacitamente implícitas para quem quiser fazer elucubrações das mais escabrosas - porém não inverosímeis - e para quem eventualmente souber do que estou a falar (ao bom estilo do ‘eu sei que tu sabes que eu sei que tu sabes que eu sei’).
É com pesar que constato que a pulhice começa a ser moeda corrente e o parasitismo um modo de vida. Vejo coisas - as tais que não posso contar - e penso, invariavelmente, e numa base diária, que, de facto, teria sido melhor enveredar por uma promissora carreira na pesca: vómito por vómito, no mar sempre há desculpa! Eu, ai de mim, sou obrigada a engolir a bílis negra, que a não posso expelir sem correr o risco de levantar suspeitas com inusitadas corridas à casa de banho, assumindo que a indignação do mais fundo das entranhas aguentava a viagem até lá. Invejo as grávidas: sempre têm a desculpa do enjoo matinal; eu, não me incluindo no estado de graça, não tenho, embora padeça do mal. A nuance é que o meu enjoo matinal se perpetua tarde afora. Uma náusea permanente, portanto. E não há nausefe que me valha, não há bolachinha de água e sal, ou outra mezinha popular, que me alivie.
Conforto-me apenas, no meu imaginário, nesse que seria o meu remake do grande filme de Brian de Palma, Os Intocáveis. Vejo-me muito bem em Elliota Nessia de saltos e farta cabeleira, de AK47 em punho a disparar contra a corja toda. Limpava-lhes o sebo a todos, aos Al Capones deste lindo país à beira mar plantado e aos amigos todos à beira mar plantados, mas mais a sul.



